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  • Foto do escritorGrisea Biotecnologia

Algas Marinhas: um dos recursos mais renováveis do planeta

As algas marinhas têm ganhado destaque como uma das soluções mais promissoras para diversos desafios ambientais e econômicos enfrentados pela humanidade. O seu rápido crescimento, a sua não necessidade de água doce e sua capacidade de manter o ecossistema marinho e atmosférico saudáveis faz das algas marinhas um recurso renovável único e com potencial para revolucionar diversas indústrias.


Algas marinhas

Carbono e as Algas Marinhas


As algas marinhas desempenham um papel importante na absorção de dióxido de carbono (CO₂), um dos principais gases do efeito estufa responsável pelo aquecimento global. Através da fotossíntese, elas capturam de CO₂, convertendo-o em oxigênio e ajudando a reduzir a concentração desse gás na atmosfera. Estudos indicam que os oceanos, com a ajuda das algas, absorvem cerca de 30% do carbono liberado na atmosfera pelas atividades humanas.


Ainda sobre carbono, as algas desempenham um papel importante no ciclo deste elemento, ligando o ciclo biológico ao geológico. Elas não só capturam CO₂, mas também influenciam a química dos oceanos e a disponibilidade de nutrientes, impactando positivamente toda a cadeia alimentar marinha.


Valor nutricional


As algas marinhas possuem grande valor nutricional. Em muitas culturas asiáticas, as algas são um componente essencial da dieta. Agora, essa tendência está se espalhando globalmente, com a crescente demanda por alimentos saudáveis e sustentáveis. Empresas de biotecnologia têm explorado as algas como uma alternativa para a produção de suplementos alimentares e ingredientes funcionais, aproveitando suas propriedades nutricionais únicas.


Biocombustíveis


A indústria de biocombustíveis também encontra nas algas marinhas uma solução inovadora. Diferentemente de culturas terrestres, as algas não competem por terra arável e água doce, recursos já em processo de escassez. Os biocombustíveis derivados de algas têm o potencial de substituir combustíveis fósseis e os biocombustíveis dependentes de monoculturas, de maneira mais eficiente e sustentável, reduzindo a dependência de fontes de energia não-renováveis e prejudicais ao ambiente.


Bioplástico feito com algas marinhas


As algas também inovam na indústria do plástico por serem um ótimo substituto do plástico convencional que causam poluição e não são produzidos de matéria-prima sustentável. Uma das características mais importante do plástico sustentável feito com algas é sua capacidade de biodegradação.


Diferentemente do plástico convencional, que pode permanecer no meio ambiente por centenas de anos, o plástico sustentável é projetado para se decompor naturalmente em um curto período. Ao utilizar algas marinhas como matéria-prima, é possível criar plásticos biodegradáveis que oferecem uma solução promissora para o problema da poluição plástica.


Sem dúvida, as algas representam um dos recursos mais renováveis e versáteis do planeta. Suas aplicações abrangem várias indústrias como a da alimentação, biocombustíveis e bioplásticos citadas nesse artigo. Em suma, as algas marinhas são sustentáveis por não gerarem desmatamento de vegetações para seu crescimento, não necessitarem de água doce, ajudarem na saúde do ecossistema marinho e na saúde atmosférica e serem biodegradáveis.


Investir em pesquisa e desenvolvimento nesta área pode trazer benefícios significativos para a economia e o meio ambiente, ajudando a construir um futuro mais sustentável.


A Grisea e as Algas Marinhas


Nossas embalagens biodegradáveis e pellets injetáveis feitos com Algas marinhas são mais do que apenas produtos inovadores - são um compromisso com um planeta mais sustentável. 

Em ação desde 2021, somos uma startup de biotecnologia focada em inovação sustentável. Nosso objetivo é transformar o mercado com soluções inovadoras e eficientes. Reconhecemos o impacto ambiental dos plásticos de petróleo e a urgência de uma mudança global. Por isso, somos a primeira startup brasileira a produzir bioplásticos a partir de algas marinhas. 


Conteúdo e redação por:

Mariana Soares 


Grisea

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