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Crise climática: A responsabilidade é de quem?

A crise climática é uma realidade que afeta o mundo inteiro, exigindo ações urgentes e responsabilidade coletiva. Neste artigo, falaremos mais sobre a crise climática e de quem é a maior responsabilidade dessa situação alarmante em que vivemos. Além disso, apresentaremos estratégias para ampliar a conscientização ambiental e promover mudanças positivas.


O que é a crise climática

A crise climática refere-se às mudanças significativas nos padrões climáticos globais devido à intensificação do efeito estufa, causada principalmente pela emissão excessiva de gases poluentes. Essa mudança acelerada no clima afeta diretamente ecossistemas, biodiversidade e a vida humana. Confira algumas consequênicas:


As consequências da crise climática

1. Elevação das temperaturas: O aumento das temperaturas médias globais é uma das consequências mais marcantes da crise climática. Isso resulta em ondas de calor extremas, afetando ecossistemas, agricultura e aumentando os riscos de incêndios florestais. Comunidades vulneráveis enfrentam condições climáticas cada vez mais desafiadoras.


2. Derretimento de geleiras e aumento do nível do mar: O derretimento acelerado de geleiras e calotas polares contribui diretamente para o aumento do nível do mar. Isso ameaça comunidades costeiras, levando à erosão, inundações e à perda de terras habitáveis. Ecossistemas marinhos também sofrem com as mudanças nas condições oceânicas.


3. Eventos climáticos extremos: A crise climática intensifica a ocorrência de eventos climáticos extremos, como furacões, inundações, secas e tempestades. Esses eventos não apenas causam danos imediatos, mas também têm impactos duradouros nas comunidades, deslocando populações e prejudicando a infraestrutura.


4. Perda de biodiversidade: Os ecossistemas terrestres e marinhos enfrentam mudanças rápidas, levando à perda de biodiversidade. Espécies estão enfrentando extinção devido às alterações climáticas e à destruição de habitats naturais. Isso afeta não apenas a diversidade biológica, mas também os serviços ecossistêmicos essenciais para a sobrevivência humana.


5. Impactos sociais e econômicos: A crise climática tem ramificações sociais e econômicas significativas. Afeta a segurança alimentar, a saúde pública, os recursos hídricos e a estabilidade econômica. Comunidades mais pobres e vulneráveis são as mais atingidas, exacerbando as desigualdades existentes.


6. Acidificação dos oceanos: O aumento das emissões de dióxido de carbono não apenas aquece a atmosfera, mas também causa a acidificação dos oceanos. Isso prejudica os recifes de coral, moluscos e outros organismos marinhos, impactando toda a cadeia alimentar aquática.





É possível mudar a realidade alarmante da crise climática atual?

A busca incessante pela transformação dos costumes e dos hábitos dos cidadãos, não chega nem perto das mudanças que deveriam ser feitas no âmbito das empresas e das indústrias gigantescas que atuam diariamente contribuindo cada vez mais para a emissão de gases formadores do efeito estufa (GEEs). É possível mudar essa realidade agindo de forma eficiente em vários setores da indústria, seja eletrônicos, plásticos, setor de moda, empresas de cosméticos, construção civil, etc.


Contudo, vale ressaltar que cada ação conta sim, quando o assuto é meio ambiente e preservação, mas sabemos que o maior impacto relacionado a crise climática no mundo é o da grande indústria.


O que podemos fazer para melhorar essa situação?

Apoio a iniciativas locais e globais: Apoiar iniciativas locais e globais que visam a sustentabilidade é uma maneira prática de contribuir. Isso inclui participar de projetos, apoiar organizações que trabalham com o propóstivo sustentável e pressionar empresas a adotarem essas práticas.

Promoção de energias renováveis: Investir em fontes de energia renovável é crucial para a transição para uma sociedade mais sustentável. Apoiar políticas e iniciativas que incentivem o investimento em energia solar, eólica e outras fontes limpas contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Educação ambiental: A disseminação do conhecimento sobre a crise climática é vital. Incentivar a educação ambiental em escolas, locais de trabalho e comunidades pode inspirar mudanças comportamentais e criar uma base sólida para a sustentabilidade.


Leis de incentivo: Países como Austrália, Peru, Índia e França restringiram o uso de plásticos descartávei, por exemplo. E essa mudança já trouxe grande impacto positivo. Investir em leis e tecnologias sustentáveis pode ser uma solução para o Brasil.


O Plástico convencional e o Plástico feito com algas

O plástico vem gerando grande impacto ambiental. Segundo pesquisas até 2050 os plásticos serão responsáveis por 13% do carbono de nosso planeta. A má gestão dos resíduos plásticos e a sua presença nas margens dos rios, costas e paisagens leva à emissão de uma maior percentagem de GEE na atmosfera. Além disso, a degradação de longas cadeias de carbono de produtos plásticos emite naturalmente gases tóxicos de efeito estufa, principalmente metano e etileno, que têm um alto efeito de aquecimento global.


Os plásticos de base biológica geralmente têm menos emissões de GEE no ciclo de vida e podem ser uma parte da solução deste grande problema. Você já pensou nisso?



bioplastico feito com algas


Nós somos a Grisea Biotecnologia, uma startup apaixonada por sustentabilidade e inovação, com o objetivo de revolucionar a indústria dos plásticos, utilizando algas como principal matéria-prima para a produção de bioplástico biodegradável.


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Conteúdo e redação por:

Daiana dos Santos




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